aliadxs

Vídeo - Cachoeira, Bahia

Saindo mais um vídeo da coleção Rede//Labs + CCE. Este é assinado por Lu Tognon, e retrata a cena de arte em novas mídias que começou a surgir recentemente em Cachoeira, a partir da UFRB (Universidade Federal do Recôncavo Baiano) e de eventos como o Networked Hacklab.

hacklaBahia! from Centro Cultural da Espanha-AECID on Vimeo.

Ecolocatividade

Nessa quarta-feira (27/06), às 15hs, o Labjor recebe a visita do finlandês Tapio Mäkelä, que vai falar sobre projetos de arte e ciência. A palestra será proferida em inglês, com tradução sequencial. O Labjor fica na Unicamp, Reitoria V, terceiro andar.

Ecolocatividade - objetos fronteiriços entre arte, ciência e design

Tapio Mäkelä reflete sobre trabalho de campo locativo que combina a coleta de dados ambientais e a etnografia experimental na prática da mídia-arte. Como são essas práticas situadas na arte, ciência e ambientes de vida? Objetos fronteiriços podem formar zonas de transvergência?

Tapio Mäkelä é pesquisador e mídia-artista baseado em Helsinque. Ele trabalha com Associação Marin e Translocal para produzir residências de arte e ciência, obras de arte locativas e jogos. Ele também é palestrante visitante do Medialab na Universidade de Aalto e curador do programa de música eletrônica para o Mbar, baseado em Helsinque. Até recentemente, era Fellow de pesquisa do AHRC (Conselho de Pesquisa em Artes e Humanidades do Reino Unido) no departamento de Tecnologia Criativa da Escola de Arte e Design da Universidade de Salford. Seus interesses de pesquisa incluem usos sociais e culturais de mídias locativas, e interação ambiental e design de informação. Tapio Mäkelä foi diretor da Associação Artística Muu, e coordenador de programação da ISEA 2004.

Vídeo - Solvendo e Coagulando

O projeto Rede//Labs, o coletivo editorial MutGamb e o Centro Cultural da Espanha em São Paulo estão apoiando a produção de quatro videonarrativas sobre laboratórios experimentais em diferentes contextos no Brasil. O primeiro vídeo, produzido por Sília Moan, é o Solvendo e Coagulando, sobre a cena de arte e tecnologia em Curitiba - em especial em torno da abundante produção dos grupos nos quais Glerm Soares circula (Orquestra Organismo/ jardins de volts / msst / etc.):

METALAB - Solvendo e Coagulando from Centro Cultural da Espanha-AECID on Vimeo.

Além do vídeo finalizado, disponível para assistir e baixar no Vimeo, a Sília também contou um pouco sobre o processo aqui.

Em breve, saem também os vídeos sobre São Paulo (Casa de Cultura Digital) e sobre Cachoeira, na Bahia (sobre coisas acontecendo em torno da UFRB). Mais tarde vem o do Rio de Janeiro, retomando um pouco da história e da potência do IP://.

 

Hacklab enredado>>

Meu relato resumido sobre os dias no Pará, em agosto. Artigo também publicado no site Hipermedula*. Estou costurando uma versão mais detalhada para o blog Ubalab, mas ainda demora um pouco.


Em agosto tive a oportunidade de participar da etapa paraense(1) do Networked
Hacklab (2) – um encontro que reuniu ativistas, artistas, hackers, pesquisadores e afins,
com o objetivo de propor uma cartografia crítica da Amazônia. O evento foi organizado
por Giseli Vasconcelos (3), em um formato dinâmico e produtivo. Foram duas
“imersivas hacklab”, no começo e ao fim de agosto. Estive na primeira. Cada imersiva
estava por sua vez subdividida em dois momentos, desenvolvidos em diferentes
localidades: primeiro em Belém, e depois em Santarém.Leia mais

Campus Party - Labs e centros de fomento à cultura digital

No fim de janeiro estive na Campus Party para participar de um debate sobre Labs e centros de fomento à cultura digital a convite do Instituto Sergio Motta, que estava desenvolvendo a área de Design, Foto e Vídeo. Junto comigo no palco estavam Dani Bousso e Guilherme Kujawski. Dani contou um pouco sobre as realizações e obstáculos enfrentados pelo LabMis, e também sobre os programas de residências e intercâmbio internacional. Kuja falou um pouco sobre o Itaulab e depois passou algum tempo analisando sobre como a hipótese comunista pode se articular com possibilidades abertas pelas culturas digitais (sobre isso, eu também recomendo a leitura do Manifesto Telecomunista do Dmyitri Kleiner).

Eu achei interessante falar logo ali, porque foi justamente na Campus Party do ano passado que o que era o interesse difuso em Rede//Labs virou um plano específico, articulado com a Cultura Digital do Minc. Eu dancei mais ou menos em torno de um roteirinho que rabisquei de última hora:

1. EuLeia mais

Syndicate content